Estes dias são marcados pela preparação mais imediata da Páscoa. Na Segunda-Feira Santa recorda-se a visita de Jesus na casa de Lázaro a quem Jesus ressuscitou, e a unção de perfume feito por Maria. O profeta Isaías canta a bondade e a sensibilidade do Messias, o Servo do Senhor.
Na Terça-feira Santa, lembra-se já a ceia, na qual nos encontramos com a tomada da decisão da traição. O profeta Isaías canta a eleição do Servo e a sua futura glorificação.
Na Quarta-feira Santa, o Evangelho narra os momentos da preparação da ceia e revela o desejo de Jesus de celebrá-la com os discípulos. O Servo Sofredor encontra no Senhor Deus, o conforto e o Auxílio. A Liturgia e as orações pedem perseverança e firmeza nos momentos difíceis da missão. Antigamente chamada este dia era chamado de “Quarta-Feira das trevas”, porque à noite se cantava o “ofício das trevas’, que a Igreja rezava durante o Tríduo. Hoje é o dia apropriado para o sacramento da Penitência e para a visita e ajuda fraterna aos doentes.
Bibliografia consultada: Veja no artigo anterior: “A Liturgia da Semana Santa: Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”.